A vida dos retalhos
Promete que não invadirás,
promete que não julgarás,
promete que não insistirás,
promete.
É o meu espaço, o meu mundo, uma parte de mim.
É algo que quero puro, intacto, imaculado.
Promete que não esperarás,
promete que não tentarás,
promete que não exigirás,
promete.
É o meu tempo, infância, adolescência e juventude.
É algo que quero assim, como está, sem retoques.
É o preço da exposição. O eterno dilema...
ResponderEliminarNão há dilema, só certezas.
ResponderEliminarE não há preço, que aqui é tudo gratis.
O respeito não é uma escolha é uma imposição, porque aquí mando eu!
Boa, quem fala assim... Eu certezas, só que nada sei...
ResponderEliminarOs ditadores prepotentes como eu não têm dúvidas, caro Charraz!
ResponderEliminarOs ditadores prepotentes autodenominam-se democratas, salvadores, líderes, nunca aquilo que são. Logo, estás excluída da lista...
ResponderEliminarPoça, tu és mau!
ResponderEliminarPromessas leva-as o vento, não se pode prometer o que não se pode cumprir
ResponderEliminarbeijos
Luna, há promessas que não necessitam ser feitas, porque o respeito é suficiente, e se o não for, uma vida, qualquer, encarregar-se-á do assunto.
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