Vícios
São incoerentes, inconcebíveis, incomportáveis, impensáveis, para quem não sofre deles e um costume, um alívio, um prazer, um sorriso, para quem os tem.
Já ouvi vezes sem conta, a mesma frase. Já retorqui em inúmeras ocasiões, com a mesma resposta. Porquê seria hoje diferente?
Eu gosto de prazeres, mas não gosto de vícios. Gosto das coisas que me dão prazer, mesmo que sejam incompreensíveis para os outros, mesmo que não sejam bem-vistos pelos outros e desde que não prejudiquem os outros. Mas não gosto de levar o prazer ao extremo do vício, porque se torna um hábito, uma dependência, um automatismo. Gosto de ser eu a controlar o prazer e não o contrário. Tenho dito.
ResponderEliminarGostaria de ser independente, de poder controlar os vícios. Na maior parte dos casos até consigo.
ResponderEliminarMas este vício de aqui vir a toda a hora apoderou-se irremediavelmente da minha razão. Alguém conheçe uma cura?...
Charraz, o homem sem vicios ?! Alguma dependencia temos que ter na vida, e prefiro os hábitos às pessoas.
ResponderEliminarZé, eu não tenciono ajudar nessa cura!
Hábitos tenho, e muitos. Vícios ainda vou tendo alguns mas luto ferozmente contra eles. Somos dependentes por natureza (mais que não seja do ar), mas quanto mais aumentamos o nivel de exposição a dependências mais riscos corremos de acabarmos vergados a uma delas...
ResponderEliminar...mas há dependências que são tão boas :-)
ResponderEliminarPermite-me discordar, Ana. O prazer é que é bom...
ResponderEliminarpois, por isso é bom ter uma dependência de algo que dá muito prazer... enquanto o prazer que o vício proporcione for superior ao custo da dependência (ou seja, ao síndrome da abstinência), vale a pena!
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